Uma aventura por 9 mil quilômetros no sudeste, oeste, norte e centro do Brasil.
A redescoberta do interior de um país em mutação.
Dois homens, duas gerações, um destino. Um só objetivo. A conquista e a redescoberta de um Brasil que está prestes a desaparecer. Expedição Madeira – Rumo ao Norte. Foram mais de 9 mil quilômetros ao longo de savanas, planícies, a exuberante floresta amazônica e o vasto campo do planalto central brasileiro.
O empresário do setor de reciclagem Ataides Maeda, 59, e o especialista em tecnologia Marcos Bonas, 32, partiram em uma expedição de São Paulo ao interior da Amazônia, munidos apenas de um automóvel, um punhado de roupas e a vontade de conferir – talvez pela última vez na história – a centenária rota fluvial que liga Porto Velho a Manaus e Belém. Ao longo de 580 horas de jornada em estradas e rios selvagens, com todo o tipo de intempéries e desafios, mostraram o Brasil que esqueceu de si mesmo. O Brasil que a modernidade só hoje começa a tocar – e a alterar tão profundamente que as futuras gerações não terão o privilégio de conhecer.
A aventura os levou a percorrer 9.692 quilômetros em 11 estados brasileiros de carro, balsa e navio para concretizar o sonho de descer o Rio Madeira e Amazonas em típicas embarcações da região. Sem experiência prévia nesse tipo de empreitada, a dupla deu conta do recado com perfeição. Mesmo com várias situações não previstas, conseguiram se adaptar e seguir o cronograma quase que à risca. A picape aguentou o tranco de estradas feitas de crateras em que asfalto é mera lembrança e não houve incidente mais sério além de um par de malas furtadas e um abalroamento no meio do Amazonas”.
Agora, o desafio é organizar as mais de 6 mil fotos, 20 horas de áudio, anotações do diário de bordo e lembranças para criar um livro da viagem. Essa parte promete dar mais trabalho que todo o resto, inclusive porque vamos buscar patrocínio para bancar o custo.”
É possível acessar o diário de bordo da Expedição Madeira desde seu primeiro dia. Para isto, basta entrar no blog oficial da expedição. As impressões e relatos da viagem continuam a ser atualizadas periodicamente no blog ou a qualquer momento no twitter www.twitter.com/madeiraabaixo.
